Zeca Baleiro
Filosofia
Composição: Noel Rosa
O mundo me condena
E ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber
Se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome.
Mas a filosofia
Hoje me auxilia
A viver indiferente assim.
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Para ninguém zombar de mim.
Não me interessa
Que você me diga
Que a sociedade
É minha inimiga.
Pois cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba
Muito embora vagabundo.
Quanto a você
Da aristocracia
Que tem dinheiro
Mas não compra alegria
Há de viver eternamente
Sendo escrava desta gente
Que cultiva hipocrisia.
Filosofia
Composição: Noel Rosa
O mundo me condena
E ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber
Se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome.
Mas a filosofia
Hoje me auxilia
A viver indiferente assim.
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Para ninguém zombar de mim.
Não me interessa
Que você me diga
Que a sociedade
É minha inimiga.
Pois cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba
Muito embora vagabundo.
Quanto a você
Da aristocracia
Que tem dinheiro
Mas não compra alegria
Há de viver eternamente
Sendo escrava desta gente
Que cultiva hipocrisia.
FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA
A composição condena
profundamente a sociedade, por estar vivendo numa ilusão, sentindo-se
injustiçado por sua condição de marginalizado e em desvantagem com os demais. A filosofia
auxilia o eu-lírico com o otimismo servindo de desculpa para controlar as
emoções, as angustias e os medos da realidade. Os aspectos da filosofia que
auxilia o eu-lírico da composição de Noel Rosa é a teoria crítica que distingue
a razão por meio de intimidação, medo, terror e desespero e uma razão que
analisa e interpreta os limites e o perigo do pensamento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário